Twitter Renasce? Startup Operation Bluebird Relaça Rede Social com Checagem de Fatos por IA e ‘Pedágio’ de US$ 20 para Acesso Antecipado

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Para a alegria de muitos saudosistas, o “Twitter” está de volta, ostentando seu icônico passarinho azul e o tema claro que marcou a plataforma. Batizada de Twitter.now, a nova rede social é uma criação da startup Operation Bluebird (“Operação Pássaro Azul”), que se propõe a reviver a experiência original da plataforma de microblogging.

O Retorno do Passarinho Azul (com um ‘Porém’)

A Operation Bluebird faz questão de se desassociar da X Corp, a empresa de Elon Musk que atualmente detém o X (antigo Twitter). No entanto, a startup entrou com um processo na justiça dos EUA para garantir o direito de usar o nome “Twitter”, argumentando que a marca foi abandonada após a mudança de identidade da rede social de Musk. Um dos nomes por trás do projeto é Stephen Coates, que atuou por dois anos como advogado-chefe do Twitter original, responsável por marcas e domínios, o que confere credibilidade à iniciativa.

Vera: A IA Contra a Desinformação

Mantendo o formato de microblogging, o Twitter.now se destaca por uma ferramenta inovadora de combate à desinformação: a inteligência artificial VERA (sigla em inglês para “Motor de veracidade para análise em tempo real”). Utilizando tecnologia Gemini, a VERA analisa o conteúdo das postagens em tempo real, comparando-o com diversas fontes para determinar sua veracidade. Ao contrário das Notas da Comunidade do X, que dependem da ação dos usuários, a VERA atua de forma proativa, exibindo um aviso sob o post original caso identifique informações falsas ou enganosas.

Nostalgia que Cobra um Preço

Enquanto o Twitter.now promete um mergulho na nostalgia, com elementos visuais e funcionais que remetem à rede social antes da aquisição por Elon Musk – como o famoso ícone da baleia para sinalizar instabilidade –, o acesso à plataforma não é gratuito. Atualmente em fase de acesso antecipado, a rede social exige um “pedágio” de entrada. Com planos a partir de US$ 20 (cerca de R$ 100 em conversão direta), os usuários podem criar uma conta e ainda recebem um selo com seu número de registro, marcando sua participação inicial na plataforma.

A iniciativa da Operation Bluebird representa uma aposta no desejo de muitos por uma experiência de rede social mais próxima do “antigo Twitter”, combinando a familiaridade do passado com uma abordagem moderna para um dos maiores desafios da internet: a desinformação.

Fonte: canaltech.com.br

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