EUA Impulsionam Guerra Contra Narcotráfico na América Latina com Comando de IA do Comando Sul

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Pentágono Anuncia Novo Comando de Guerra Autônoma (SAWC)

O Comando Sul dos Estados Unidos (Southcom) anunciou a criação de um comando autônomo focado em guerra baseada em Inteligência Artificial (IA). O objetivo principal é apoiar os esforços para desarticular redes narcoterroristas e outros objetivos estratégicos na América Latina e no Caribe. A iniciativa, ordenada pelo general Francis L. Donovan, comandante do Southcom, alinha-se com a Estratégia de Segurança Nacional do presidente Donald Trump para o continente americano.

IA em Campo: Superioridade Tecnológica e Cooperação Regional

O general Donovan destacou a intenção de “aproveitar a clara superioridade do ecossistema de defesa americano”, utilizando “inovações de ponta” e fortalecendo a colaboração com parceiros regionais. Embora os detalhes operacionais do sistema de IA não tenham sido completamente revelados, o Southcom indicou o uso de plataformas autônomas, semiautônomas e não tripuladas. Esses sistemas visam neutralizar ameaças em diversos domínios, conectando missões táticas a efeitos estratégicos de longo prazo.

Foco em Narcotráfico e Resposta a Desastres

Os objetivos centrais do novo comando incluem o enfraquecimento e desarticulação de redes de narcotráfico e cartéis na região. Além disso, o aparato de IA estará disponível para responder a crises humanitárias decorrentes de desastres naturais de grande escala. O governo americano busca ampliar a cooperação com aliados regionais para alcançar esses “objetivos comuns”, promovendo a paz e a segurança coletivas.

Integração da IA nas Operações de Defesa dos EUA

A criação do Comando de Guerra Autônoma (SAWC) faz parte de uma estratégia mais ampla do Departamento de Guerra dos EUA. Recentemente, foi lançada a iniciativa Grupo de Guerra Autônoma de Defesa (DAWG), focada na integração de IA e sistemas autônomos nas operações de combate. Em março, o comandante do Southcom já havia expressado o desejo de desenvolver e implantar forças modernas e eficientes, que “aumentem significativamente a letalidade, o conhecimento de todos os domínios e o compartilhamento de dados” entre as forças dos EUA e seus parceiros.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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