Você lembra? O WhatsApp já foi pago: A história por trás da cobrança anual de US$ 1 e como o mensageiro se tornou gratuito

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Uma lembrança do passado recente da internet tem viralizado nas redes sociais, chocando muitos usuários mais jovens e evocando nostalgia em outros. Parece inacreditável hoje, mas o WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais popular do Brasil e do mundo, já foi pago.

Quanto custava o WhatsApp?

Embora sempre tenha sido gratuito para download, o mensageiro chegou a cobrar uma taxa anual de US$ 1 (cerca de R$ 5,00 na cotação atual) por um bom tempo. A memória foi reacendida por um post na rede social X (antigo Twitter), da conta @djwesleyreal, que compartilhou um print de 2014 mostrando as opções de planos de licença, incluindo pacotes de até cinco anos.

Era realmente obrigatório pagar?

Ao criar uma conta, o WhatsApp oferecia um ano de uso gratuito. Após esse período, era necessário adquirir uma licença anual para continuar utilizando o serviço. No entanto, assim como acontece com softwares como o WinRAR, muitos usuários conseguiam estender o uso da ferramenta mesmo sem efetuar o pagamento. Respostas ao post viral no X confirmam essa prática, com diversos perfis afirmando que conseguiam usar o mensageiro após o prazo sem comprar a licença.

Por que a cobrança foi removida?

A empresa decidiu remover a cobrança em janeiro de 2016. Na época, o WhatsApp justificou que “a abordagem não funcionou muito bem”, citando que muitas pessoas não possuíam cartão de crédito ou débito, o que acabava limitando a comunicação diária e a expansão da base de usuários em certas regiões.

Novas formas de receita e o futuro

Após abandonar o modelo de assinatura anual, o WhatsApp, que pertence à Meta, buscou outras formas de monetização. Atualmente, o aplicativo gera receita através do acesso à sua API por empresas e pela veiculação de anúncios na plataforma. Além disso, a Meta tem testado uma nova assinatura chamada WhatsApp Plus, que promete liberar benefícios adicionais, como mais opções de cores para a interface e novos ícones.

Fonte: canaltech.com.br

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