Trump posta imagem de Jesus abraçando-o e a defende
Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, publicou em sua rede social Truth Social uma imagem que parece ter sido criada por inteligência artificial, na qual Jesus o abraça. A postagem surge dois dias após Trump ter removido um conteúdo semelhante que gerou críticas por supostamente compará-lo a Jesus Cristo. Na nova publicação, Trump aparece com os olhos fechados, encostando a testa na de Jesus, em uma pose espelhada. Ele adicionou a legenda: “Os lunáticos da esquerda radical podem não gostar disso, mas eu acho que é muito bonito!!!”.
Críticas à postagem original e a justificativa de Trump
A imagem original, que Trump excluiu, continha a inscrição: “Eu nunca fui um homem muito religioso… mas não parece que, com todos esses monstros satânicos, demoníacos e que sacrificam crianças sendo expostos… Deus pode estar jogando sua carta Trump!”. A exclusão ocorreu após reações negativas que interpretaram a postagem como uma autocomparação com figuras religiosas importantes.
Tensão entre Trump e o Papa Francisco
Paralelamente à polêmica da imagem, Trump tem mantido um embate público com o Papa Francisco. O ex-presidente criticou o pontífice, que nasceu nos EUA, por sua posição em relação à guerra iniciada por ataques israelenses e norte-americanos contra o Irã. Em outra publicação no Truth Social, Trump pediu que “alguém, por favor, conte ao Papa Leão” sobre mortes de manifestantes no Irã e declarou que a posse de uma bomba nuclear pelo país é “absolutamente inaceitável”.
Repercussão e base eleitoral de Trump
O vice-presidente de Trump, JD Vance, também se manifestou, discordando de uma afirmação do Papa Francisco sobre os seguidores de Cristo não estarem do lado daqueles que “empunhavam a espada e hoje lançam bombas”. O Papa Francisco, por sua vez, afirmou não ter “nenhum medo” do governo Trump e que continuará a se manifestar publicamente, tendo denunciado recentemente potências “neocoloniais” sem citar nomes específicos. Os eleitores cristãos, incluindo católicos, representam uma parcela significativa da base política de Trump, que, apesar de não frequentar a igreja regularmente, obteve expressivas maiorias entre esse grupo em eleições passadas.
Fonte: jovempan.com.br
