Ranking: Os 5 Piores Jogos da Franquia Assassin’s Creed que Decepcionaram Fãs e Crítica da Ubisoft

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A franquia Assassin’s Creed, da Ubisoft, é um colosso no mundo dos games. Com 14 jogos principais e inúmeros spin-offs, a série se divide em duas grandes fases: a era clássica, que vai do primeiro título até Assassin’s Creed Syndicate, e a era RPG de ação, iniciada com Assassin’s Creed Origins e que segue até os lançamentos mais recentes. Com a chegada do remake de Black Flag, Assassin’s Creed Black Flag Resynced, é o momento ideal para revisitar a história e identificar os títulos que, apesar do legado da marca, ficaram aquém das expectativas.

Assim como outras grandes sagas, como Call of Duty, é natural que nem todos os lançamentos atinjam o mesmo nível de excelência. Em Assassin’s Creed, alguns jogos se destacaram negativamente por problemas de gameplay, repetição, identidade ou até mesmo por lançamentos desastrosos. Confira a lista dos 5 piores jogos da franquia, segundo a avaliação de jogadores e especialistas.

Os Primeiros Passos e a Falta de Inovação (Assassin’s Creed e Rogue)

O Assassin’s Creed original, lançado em 2008, foi um pioneiro em muitos aspectos, lançando as bases para uma saga de sucesso. No entanto, ele não está isento de falhas. Um dos problemas mais graves, especialmente para jogadores não nativos da língua inglesa, foi a ausência de legendas, tornando a compreensão da história um desafio. Além disso, o gameplay era considerado bastante travado, mesmo para a época, o que pode frustrar quem tenta jogá-lo hoje.

Assassin’s Creed Rogue, lançado como uma ponte narrativa entre Black Flag, AC3 e Unity, acabou sendo um título esquecível. Depois de jogos de grande impacto e personagens marcantes, Rogue não conseguiu inovar em nada. Ele reutilizou mecânicas de jogos anteriores sem adicionar elementos frescos, fazendo com que sua existência parecesse desnecessária e seu impacto na franquia fosse mínimo, apesar de ainda ser mais divertido que o último colocado da lista.

A Era RPG: Ambição Excessiva e Repetição (Valhalla e Odyssey)

Quando Assassin’s Creed Valhalla chegou em 2020, muitos jogadores se viram sobrecarregados. Seguindo a linha de Odyssey, Valhalla expandiu ainda mais o conceito de mundo aberto massivo e quantidade de missões paralelas. O jogo cresceu exponencialmente com expansões e eventos, beirando a um "Game as a Service" (GaaS), o que resultou em uma experiência cansativa e repetitiva para muitos. Apesar de ser o maior sucesso comercial da franquia, a repetição e a sensação de que o jogo não parecia um Assassin’s Creed tradicional foram pontos de crítica.

No topo da lista, Assassin’s Creed Odyssey é considerado por muitos o pior da franquia. Após a bem-sucedida reinvenção com Origins, a Ubisoft errou a mão com Odyssey. Embora a ambientação grega seja visualmente espetacular, o jogo peca pelo "grinding" excessivo e obrigatório. Os jogadores são forçados a passar horas evoluindo e buscando melhores equipamentos para progredir na história principal. O combate, que já não era tão bom quanto em Origins, somado a protagonistas que muitos consideraram desinteressantes, e a sensação de que o título se afastou completamente da essência de Assassin’s Creed, o colocam na primeira posição, mesmo sendo o terceiro título mais vendido da franquia.

O Lançamento Catastrófico (Assassin’s Creed Unity)

Assassin’s Creed Unity ocupa uma posição controversa nesta lista. Seu lançamento foi um desastre técnico, comparável ao de Cyberpunk 2077 anos depois. O jogo estava repleto de bugs gráficos e de progressão que, embora alguns rendessem memes, muitos impediam os jogadores de avançar na história. No entanto, é importante ressaltar que, por trás do lançamento problemático, Unity era um bom jogo. Ele apresentava mecânicas de parkour inovadoras para a época, gráficos deslumbrantes, cutscenes bem produzidas, um multiplayer divertido e personagens cativantes. Se não fosse pelo estado calamitoso em que foi lançado, Unity poderia ter sido um dos grandes da série.

A franquia Assassin’s Creed é vasta e complexa, e mesmo com alguns tropeços, seu legado é inegável. Outros títulos, como os spin-offs Liberation e Freedom Cry, também poderiam ser mencionados, mas os cinco listados representam os pontos mais baixos na jornada dos Assassinos.

Fonte: canaltech.com.br

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