Janja critica documentário sobre Melania Trump: “Não é a Janja”

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    A Primeira-Dama Janja, esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, comentou o documentário “Melania”, dirigido por Petra Costa e distribuído pela Amazon, em um tom irônico e crítico, comparando a ex-primeira-dama dos Estados Unidos a si mesma e questionando o propósito e o custo da obra. Em um texto com formato de diário, Janja expressa suas opiniões de forma informal, abordando desde o conteúdo do filme até comparações com o governo brasileiro e figuras políticas.

    Críticas ao Documentário e a Melania Trump

    Janja inicia sua reflexão mencionando que o documentário, que teria custado cerca de 40 milhões de dólares e recebido baixas avaliações (1,5 no IMDB), “revela muito sobre o nosso mundo”, mas ressalta que a visão apresentada não condiz com a sua própria realidade ou a de Melania Trump. Ela ironiza a ideia de que o filme aborda o “mundo interior” e o “vácuo” preenchido por “poder, prazer e luxo”, classificando essa abordagem como “dramática e invejosa”.

    Comparações com o Governo Brasileiro e o “Monet Estadunidense”

    A Primeira-Dama faz paralelos entre cenas do documentário e seu próprio governo, citando um comentário de Donald Trump sobre um quadro que, segundo ela, seria o equivalente a “Tarsila do Amaral dos estadunidenses”. Janja também aponta elementos como “portas douradas, os vestidos, a abundância, a opulência” e a “formalidade, falsidade e frieza típicas do capitalismo opressor” presentes no filme. A cena da posse presidencial nos EUA é comentada com humor, remetendo ao Instituto Butantã e ao SUS.

    “Falta o Molejo Brasileiro” e a Questão dos Tecidos

    Janja descreve Melania Trump como uma mulher “fria”, contrastando com o “molejo brasileiro” que ela afirma possuir. A Primeira-Dama também critica a interação de Brigitte Macron com Melania sobre causas sociais, questionando a autoridade da ex-primeira-dama francesa. Um ponto de destaque na crítica de Janja é a questão dos vestidos usados por Melania no filme, que, segundo ela, não utilizam “matéria-prima genuinamente estadunidense”, resumindo a situação como “muito tecido e pouca narrativa”, e reforçando a ideia de que “Melania não é a Janja”.

    Reflexões Finais e o “Vazio do Nosso Tempo”

    Ao final, Janja compartilha uma citação do jornalista Paulo Polzonoff Jr. sobre o “vazio do nosso tempo” preenchido por “abundância sem sentido numa vida igualmente sem sentido”, embora admita não ter compreendido completamente a afirmação. Ela conclui o texto informando que irá ligar para Melania Trump para dar “dicas de empoderamento feminyne” e que, durante uma viagem aos EUA com o presidente Lula, pretende conversar diretamente com ela. Janja finaliza com uma provocação, duvidando que Donald Trump participe de discussões como as que ela e o presidente Lula têm sobre “taxa de juros, a guerra do Irã, o Lulinha e o STF”.

    Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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