Faleceu nesta sexta-feira (17) Oscar Schmidt, o lendário “Mão Santa”, aos 68 anos, conforme confirmado por sua assessoria. Considerado amplamente o maior jogador de basquete da história do Brasil e um dos maiores do mundo, a notícia de sua morte repercutiu rapidamente, mobilizando a imprensa internacional para homenagear o legado do atleta.
A Voz Unânime da Imprensa Mundial
Veículos de comunicação ao redor do globo destacaram os feitos notáveis da carreira de Oscar. O jornal italiano Gazzetta dello Sport relembrou com emoção a fantástica passagem do craque por clubes como Caserta e Pavia. “Oscar se tornou um deus, imparável. Tudo o que ele precisava fazer era levantar os braços e, com aquele arremesso rápido, a bola ia parar no fundo da rede”, descreveu a publicação, evidenciando o impacto de Schmidt no país.
Nos Estados Unidos, a Associated Press classificou o Mão Santa como um dos atletas mais queridos do Brasil. Já o Washington Post ressaltou suas marcas nos Jogos Olímpicos e a influência que exerceu sobre lendas como Kobe Bryant, que se tornou fã do ala quando ele brilhava na Itália.
Os Recordes Que Solidificaram Uma Lenda
O jornal espanhol El País focou nos impressionantes números de Oscar, destacando que ele era o segundo maior pontuador da história do basquete mundial, atrás apenas de LeBron James, que quebrou seu recorde em 2024. “Com 49.973 pontos, Schmidt manteve o recorde mundial de pontuação de 2001, quando ultrapassou Kareem Abdul-Jabbar, até 2024, quando LeBron James o quebrou”, detalhou o periódico.
Além de sua marca no basquete geral, Oscar Schmidt também é o recordista de pontos em Jogos Olímpicos, com um total de 1.083 pontos acumulados ao longo de cinco participações. Sua habilidade única e sua paixão pelo jogo o tornaram um ícone inesquecível, cujo legado continua a inspirar gerações de atletas e fãs pelo mundo.
Fonte: jovempan.com.br
