A Hisense, empresa fornecedora dos monitores utilizados na cabine do VAR da Copa do Mundo de 2026, entrou no clima de descontração após uma decisão polêmica que agitou a partida da seleção brasileira. Em um comunicado bem-humorado, a fabricante chinesa garantiu a qualidade de imagem de seus equipamentos, mas fez uma ressalva divertida: “não nos responsabilizamos por mau uso” dos produtos.
A Polêmica do Gol Anulado
A provocação da Hisense surgiu logo após o controverso jogo entre Brasil e Escócia. No primeiro tempo, o árbitro de campo anulou um gol de Vinicius Jr. que ampliaria a vantagem brasileira para 2 a 0. O lance foi minuciosamente revisado na cabine do VAR e, após análise das imagens, a decisão foi mantida, invalidando o gol. A anulação gerou forte reação e debate acalorado entre torcedores e comentaristas esportivos, colocando o sistema de vídeo arbitragem no centro das discussões.
A Resposta Bem-Humorada da Hisense
No comunicado oficial, a Hisense fez questão de reforçar os recursos de alta definição de seus monitores, destacando a precisão das imagens disponíveis para a equipe de arbitragem analisar cada jogada. Em um tom de brincadeira, a publicação ignorou o placar oficial e sugeriu que a seleção brasileira havia marcado três gols na etapa inicial, em uma clara referência ao lance contestado e à interpretação do que teria sido um gol legítimo.
Destaque para a Marca no Cenário Esportivo
A empresa aproveitou o episódio para reforçar seu papel estratégico dentro do torneio. Além de ser uma gigante no mercado de televisores, a Hisense também é a responsável por fornecer a tecnologia de vídeo utilizada nas revisões do árbitro de vídeo. O caso, ao colocar os equipamentos da marca em evidência em um dos momentos mais discutidos da partida, ressalta a importância crescente da tecnologia no futebol moderno. No Brasil, por exemplo, o VAR já utiliza câmeras do iPhone 17 Pro para captar imagens em ângulos privilegiados, visando aprimorar as decisões da equipe de arbitragem.
Fonte: canaltech.com.br
