Oscar Schmidt, o lendário “Mão Santa” do basquete brasileiro, faleceu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. A notícia, confirmada por sua assessoria, gerou uma onda de comoção, especialmente na família. Seu filho, Felipe Schmidt, expressou sua profunda tristeza e admiração, descrevendo o pai como um “exemplo de vida”.
A Dor da Perda e a Homenagem Emocionada
Em uma publicação emocionada, Felipe Schmidt compartilhou seu luto: “Hoje o mundo perde um ídolo e eu perco o meu pai. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer”. Ele descreveu a dor como inexplicável, sentindo-se “sem chão” e com a sensação de que “um pedaço de você foi arrancado”. O filho do Mão Santa pediu ainda que todos respeitem o momento de dor da família, permitindo que vivam o luto em privacidade. “Ele foi um herói e deixou um legado no basquete que poucos alcançaram”, finalizou.
O Legado Imortal do “Mão Santa”
Oscar Schmidt é amplamente reconhecido como o maior jogador de basquete da história do Brasil e um dos maiores do mundo. Sua carreira foi marcada por recordes de pontuação e uma paixão inigualável pelo esporte, que lhe rendeu o apelido carinhoso de “Mão Santa”. A causa da morte do ex-atleta não foi divulgada.
O Luto se Estende na Família e no Esporte
A perda de Oscar Schmidt também foi lamentada por outros membros da família e figuras do esporte. O jogador de vôlei de praia Bruno Schmidt, sobrinho de Oscar, prestou sua homenagem. “Hoje, além de um tio, perdi uma grande referência, o maior ídolo da história do basquete brasileiro, cujo nome carrego no meu”, escreveu Bruno em suas redes sociais. Ele agradeceu ao “Mão Santa” pelas lembranças e pelo carinho, compartilhando fotos de momentos ao lado do tio.
Fonte: jovempan.com.br
