De Shaq Fu a Jurassic Park: Os 10 Piores Jogos do Super Nintendo que Ninguém Merece Jogar e Macularam o Legado do Console

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O Super Nintendo Entertainment System (SNES) é reverenciado como um dos maiores consoles de todos os tempos, lar de pérolas atemporais como Super Mario World, The Legend of Zelda: A Link to the Past e Mega Man X. Sua biblioteca é um tesouro de inovação e diversão, que moldou gerações de jogadores. Contudo, nem tudo foram flores na era 16-bits. Assim como qualquer plataforma de sucesso, o SNES atraiu uma vasta gama de desenvolvedores, e nem todas as suas criações alcançaram o brilho esperado, resultando em verdadeiros ‘tiros pela culatra’.

Seja por mecânicas quebradas, gráficos irreconhecíveis ou simplesmente por se tornarem injogáveis, muitos títulos trouxeram mais frustração do que alegria aos jogadores. Prepare-se para uma viagem ao lado sombrio do SNES, enquanto listamos os 10 piores jogos que, de tão ruins, é melhor você passar longe e preservar suas memórias do console intactas.

Os 10 Desastres do Super Nintendo que é Melhor Esquecer

10. Jurassic Park (1993)
A promessa de controlar Alan Grant em um parque cheio de dinossauros era empolgante, mas o jogo de Jurassic Park para SNES falhou miseravelmente na execução. Com labirintos absurdamente grandes e áreas massivas, a ausência de saves ou senhas transformava a experiência em um pesadelo. Morrer significava recomeçar tudo do zero, transformando a aventura em uma punição repetitiva e exaustiva.

9. Revolution X (1994)
Enquanto a banda Aerosmith é um ícone do rock, sua incursão no mundo dos games com Revolution X no SNES foi um desastre. Este port do arcade é frequentemente citado como um dos piores da indústria. A jogabilidade de tiro alucinante perdia toda a sua precisão, e a incompatibilidade com o Super Scope tornava a tarefa de acertar alvos praticamente impossível, frustrando qualquer tentativa de progressão sequencial.

8. Home Improvement: Power Tool Pursuit! (1994)
Baseado em uma popular sitcom, este jogo de plataforma 2D colocava você contra dinossauros usando ferramentas. A ideia era peculiar, mas a execução foi desastrosa. O manual, com sua infame frase “homens de verdade não precisam de instruções”, deixava os jogadores sem saber os comandos básicos. O resultado era uma experiência confusa e frustrante, que afundou o título no esquecimento.

7. The Wizard of Oz (1993)
Tentando recriar a magia do clássico “O Mágico de Oz”, este jogo de plataforma para SNES conseguiu apenas trazer decepção. Com saltos imprecisos, ataques de Dorothy com hitboxes minúsculos e um design de fases labiríntico, a diversão era impossível de encontrar. Muitos jogadores simplesmente desistiram no meio do caminho, incapazes de superar os inúmeros defeitos.

6. Lester the Unlikely (1994)
Este jogo consegue ser tão punitivo quanto alguns soulslikes, mas sem a diversão. No papel de um nerd medroso, Lester reage a cada animal novo correndo na direção oposta e desobedecendo aos comandos do jogador. Com um atraso considerável nos controles, a experiência se transformava em um teste de paciência, onde o controle do personagem era mais uma sugestão do que uma realidade.

5. Race Drivin’ (1990)
Falando em testar a paciência, Race Drivin’ é um exemplo gritante dos limites mal compreendidos do SNES. Rodando a inacreditáveis 4 FPS (frames por segundo), o jogo de corrida 3D era uma tortura visual em câmera lenta. Sem trilha sonora e lançado antes mesmo do chip Super FX, ele foi uma demonstração clara de que a plataforma não suportava os gráficos 3D ambiciosos que o título exigia.

4. Ultraman: Towards the Future (1991)
Não foram os movimentos rígidos ou as mecânicas que condenaram Ultraman, mas uma regra de combate específica. Na série, Ultraman sempre usa seu raio especial para finalizar os inimigos. No jogo, era a única forma de derrotá-los. Se a barra de HP do oponente fosse zerada sem o golpe final, ele se regenerava completamente, transformando as batalhas em confrontos infinitos até que o jogador se dignasse a vencer “do jeito certo”.

3. The Incredible Crash Dummies (1992)
A ideia de controlar um boneco de testes que perdia membros ao sofrer dano parecia divertida. No entanto, The Incredible Crash Dummies transformou essa premissa em uma dificuldade extrema. As fases já eram complexas com todos os membros, e tentar pular sem uma das pernas, por exemplo, tornava a progressão praticamente impossível, transformando a diversão em frustração pura.

2. Pit Fighter (1990)
Pit Fighter é sinônimo de “injogável” no Super Nintendo. Com controles que simplesmente não respondiam, sprites minúsculos e a ausência de um sistema de continue (perdeu a vida, recomeça do zero), este jogo de luta era extremamente punitivo. Com gráficos tenebrosos e uma jogabilidade frustrante, ele se tornou infame e figura entre os piores de todos os tempos, não valendo a pena nem pela curiosidade.

1. Shaq Fu (1994)
No topo da lista de desastres, temos Shaq Fu, um jogo de luta protagonizado pelo ex-jogador de basquete Shaquille O’Neal. A proposta, por si só, já era inusitada, mas o jogo conseguiu piorá-la. Controles sem precisão, hitboxes que não faziam sentido com os sprites na tela, uma inteligência artificial injusta para os NPCs e uma miríade de outros problemas transformaram Shaq Fu em uma experiência desastrosa e lendariamente ruim.

O Legado dos ‘Injogáveis’ no Super Nintendo

Diferente dos jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou e jogou exaustivamente, estes títulos viviam encostados nas prateleiras por uma razão óbvia. Não é por acaso que nenhum deles é disponibilizado em plataformas retrô modernas como o Nintendo Switch Online. Eles representam o lado menos glorioso de um console icônico, servindo como lembretes de que nem toda ambição se traduz em diversão.

Entre os piores games do SNES, que ninguém merece jogar, você encontraria:

  • Shaq Fu
  • Pit Fighter
  • The Incredible Crash Dummies
  • Ultraman: Towards the Future
  • Race Drivin’
  • Lester the Unlikely
  • The Wizard of Oz
  • Home Improvement: Power Tool Pursuit!
  • Revolution X
  • Jurassic Park

Fonte: canaltech.com.br

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