Operação planejada e autorizada
A companhia aérea Airlink defendeu em suas redes sociais a manobra de sobrevoo de duas aeronaves a uma altitude de aproximadamente 14 metros acima do Estádio DHL, na África do Sul. O evento ocorreu antes de uma partida de rúgbi entre as seleções da África do Sul e da Nova Zelândia, diante de mais de 50 mil torcedores.
Em uma publicação com as imagens da operação, a empresa destacou “Planejamento. Precisão. Desempenho”. A Airlink assegurou que a Autoridade de Aviação Civil da África do Sul e os Serviços de Navegação de Tráfego Aéreo foram envolvidos no planejamento e concederam a devida orientação, aprovação e suporte para a realização do sobrevoo.
Detalhes técnicos e segurança
De acordo com dados da plataforma Flightradar24, uma das aeronaves atingiu a altitude mínima de 12,5 metros sobre o teto do estádio. Os aviões envolvidos eram modelos Embraer E195 e E190, que voaram em formação. A companhia ressaltou que as aeronaves foram pilotadas por tripulações compostas por três comandantes seniores cada, atuando em funções de comandante, copiloto, oficial de segurança e técnico.
A Airlink afirmou que os voos respeitaram os limites de altitude e velocidade de segurança, previamente aprovados e testados. Dados registrados durante o voo confirmaram que as aeronaves operaram dentro dos parâmetros estabelecidos pelas autoridades de aviação.
Aeronaves personalizadas e precedentes
As aeronaves, com matrículas ZS-YAE e ZS-YDE, ostentavam pinturas especiais alusivas à turnê “A Maior Rivalidade do Rugby”. O primeiro avião exibia a cor verde, em homenagem à seleção sul-africana, enquanto o segundo era preto, remetendo aos All Blacks da Nova Zelândia.
O Estádio DHL já foi palco de um sobrevoo semelhante em junho de 2025, quando um Boeing 777-300 da Qatar Airways passou sobre o local antes de uma partida da Qatar Airways Cup, demonstrando que tais manobras, quando planejadas e autorizadas, não são inéditas.
Fonte: g1.globo.com
