Trump Revela Ordem de Ataque ao Irã para “Neutralizar Atividades Malignas” em Carta ao Congresso

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Trump Revela Ordem de Ataque ao Irã para “Neutralizar Atividades Malignas” em Carta ao Congresso

Presidente dos EUA justifica ação militar conjunta com Israel como defesa dos interesses nacionais e autodefesa coletiva de aliados regionais.

Objetivo: Interesses Americanos e Ameaças Globais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou ao Congresso, por meio de uma carta, que ordenou os ataques contra o Irã com o objetivo de “neutralizar as atividades malignas” de Teerã. A missiva, legalmente exigida pela legislação de poderes de guerra, detalha que a operação, realizada em conjunto com Israel no último sábado (28), visava a promoção dos interesses americanos e a “eliminação” do Irã como uma ameaça global. Trump também citou a “autodefesa coletiva” dos aliados regionais, incluindo Israel, como uma das justificativas para a ação.

Alvos Principais e Ausência de Força Terrestre

De acordo com a carta não classificada, os alvos primários da operação foram o arsenal de mísseis, o programa nuclear e a marinha iraniana. O documento não especificou planos para derrubar a liderança do país, mas mencionou que o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e seus familiares teriam morrido nos ataques. Foi confirmado que a ação não envolveu o uso de força terrestre. Trump ressaltou que Israel já estava preparado para atacar o território iraniano “com ou sem” o governo americano, e que os contra-ataques iranianos teriam como alvo as tropas dos Estados Unidos.

Possibilidade de Ação Militar Prolongada e Resistência no Congresso

A comunicação de Trump ao Congresso indicou que o governo americano poderia se envolver em uma ação militar prolongada contra o Irã. “Embora os Estados Unidos desejem uma paz rápida e duradoura, não é possível, neste momento, saber o alcance e a duração totais das operações militares que possam ser necessárias”, afirmou a carta. Paralelamente, o Senado e a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos se preparam para votar resoluções que buscam impedir Trump de continuar a operação sem a aprovação do Congresso. No entanto, a maioria republicana em ambas as casas sugere que os projetos de lei podem não avançar.

Ataques e Repercussões Regionais

A operação conjunta EUA-Israel começou com relatos de fumaça sobre Teerã na madrugada de sábado, com Israel classificando os ataques como preventivos. Trump anunciou as operações em sua plataforma Truth Social, visando “eliminar ameaças iminentes”. Explosões foram ouvidas em diversas partes da região do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Bahrein e Catar. Os Emirados Árabes Unidos e o Catar relataram a interceptação de mísseis iranianos. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter mirado a Quinta Frota dos Estados Unidos no Bahrein após uma onda de ataques de mísseis e drones contra Israel. O serviço de emergência israelense informou o tratamento de um homem ferido no norte do país, enquanto o Irã prometeu responder “decisivamente” aos ataques.

Fonte: jovempan.com.br

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