Trump anuncia Conselho da Paz para supervisionar a ONU e promete apoio financeiro

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Nova Hierarquia Internacional

Em um movimento que pode redefinir o cenário geopolítico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (19) que o recém-criado Conselho da Paz terá a função de supervisionar a Organização das Nações Unidas (ONU). A declaração foi feita durante a primeira reunião do órgão, sediada em Washington. Segundo Trump, a nova configuração visa assegurar o “bom funcionamento” da entidade internacional.

“Um dia eu não estarei mais aqui. As Nações Unidas serão, acredito, muito mais fortes. O Conselho da Paz essencialmente supervisionará as Nações Unidas e garantirá seu bom funcionamento”, afirmou o presidente americano. Ele também sinalizou um compromisso de apoio financeiro à ONU, declarando que os EUA “vão ajudá-los financeiramente e garantiremos que as Nações Unidas sejam viáveis”, apesar de criticar sua atuação.

Críticas à ONU e Potencial Inexplorado

Trump expressou sua visão de que a ONU “precisa de ajuda” e que a organização possui um “tremendo potencial” que, em sua avaliação, não tem sido totalmente explorado. O presidente americano criticou a performance da entidade em conflitos recentes, lamentando a falta de envolvimento direto: “Eles não estiveram à altura do desafio nas oito guerras. Eu nem sequer conversei com eles sobre uma delas, e deveria estar conversando com eles sobre todas”, disse.

Cooperação e Relutância de Aliados

Desde sua reunião de fundação em Davos, o Conselho da Paz tem operado em cooperação com a ONU, conforme destacou Trump. Ele manifestou a intenção de dialogar com o secretário-geral da ONU, António Guterres, após o término do encontro. A reunião contou com a participação de representantes de mais de 40 países, muitos deles aliados de Trump. No entanto, grandes potências e a maioria dos países europeus demonstraram relutância em aderir ao novo conselho.

Pressão por Adesão

Apesar da resistência inicial de alguns, Trump mostrou-se confiante na adesão futura de mais nações. “Alguns estão tentando ser espertos. Não funciona. Não dá para ser esperto comigo. Estão jogando um joguinho, mas todo mundo está aderindo: a maioria muito rapidamente”, declarou, indicando que a maioria dos convidados já aceitou participar e que os demais acabarão se juntando ao Conselho da Paz.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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