Príncipe Andrew é liberado após ser detido por suspeita de vazar documentos sobre Jeffrey Epstein

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Príncipe Andrew detido e liberado no Reino Unido

O Príncipe Andrew, irmão do Rei Charles III, foi detido na manhã desta quinta-feira (19) em Norfolk, na Inglaterra, e posteriormente liberado pela polícia. A prisão ocorreu sob suspeita de “má conduta no exercício de cargo público”. Segundo a Polícia do Vale do Tâmisa, a detenção foi baseada em “motivos razoáveis para suspeitar que um crime ocorreu”. O príncipe, que tem 60 e poucos anos, permaneceu na delegacia por cerca de 11 horas.

Investigação sobre vazamento de documentos ligados a Epstein

A polícia informou que as investigações continuarão, focando em alegações recentes de que o segundo filho da Rainha Elizabeth II (1926-2022) pode ter encaminhado documentos potencialmente confidenciais a Jeffrey Epstein. A polícia também realizou buscas em Norfolk e em Berkshire, onde Andrew residia antes de ter seus títulos reais destituídos pelo Rei Charles III em outubro de 2025. O Palácio de Buckingham confirmou que a Família Real oferece “total e irrestrito” apoio à investigação policial.

Relação de Andrew com Jeffrey Epstein em destaque

O nome do Príncipe Andrew tem sido citado repetidamente em documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos referentes ao caso Jeffrey Epstein. O magnata americano é acusado de liderar uma rede de exploração e tráfico sexual de menores. Apesar das citações e de acusações de agressão sexual feitas por Virginia Giuffre, uma das vítimas de Epstein, o Príncipe Andrew nega qualquer irregularidade e qualquer relação com o empresário. Entre as imagens divulgadas, há fotos do príncipe ajoelhado ao lado de uma mulher deitada no chão.

O caso Jeffrey Epstein

Jeffrey Epstein foi condenado em 2008 por exploração sexual e facilitação à prostituição de menores, após investigações que começaram em 2005. Ele foi preso novamente em 2019 e encontrado morto em sua cela um mês depois. Relatórios recentes do FBI indicam que a agência reuniu provas de que Epstein abusou sexualmente de diversas meninas menores de idade, embora a extensão de uma rede organizada de tráfico sexual ainda seja objeto de análise.

Fonte: jovempan.com.br

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