Irã acusa de usar bombas de fragmentação em ataques a Israel, mirando civis e causando mortes

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FDI alegam uso de munições de fragmentação em metade dos ataques iranianos

As Forças de Defesa de Israel (FDI) emitiram um relatório acusando o Irã de empregar bombas de fragmentação em pelo menos metade dos ataques direcionados ao país desde o início do conflito. Segundo a avaliação militar, a estratégia visa maximizar o impacto sobre civis, dispersando dezenas de submunições explosivas em um raio de aproximadamente 10 quilômetros.

Munições de fragmentação: um perigo letal e indiscriminado

O Comando da Frente Interna das FDI destacou que, embora as ogivas de fragmentação contenham menos material explosivo que um míssil convencional, seu efeito pode ser letal. A disseminação indiscriminada das submunições representa um grave risco à população civil, que é instruída a seguir rigorosamente as diretrizes de segurança.

Centros populacionais como alvos principais

De acordo com as FDI, os ataques iranianos têm como alvos prioritários centros populacionais, além de instalações militares e infraestruturas vitais de Israel. A natureza das bombas de fragmentação agrava o perigo, pois suas submunições se espalham por uma vasta área, dificultando a proteção e aumentando a probabilidade de vítimas.

Tragédia em canteiro de obras: mortes de trabalhadores chineses

O jornal Times of Israel reportou que duas mortes ocorreram em território israelense devido ao impacto de uma bomba de fragmentação em um canteiro de obras. As vítimas eram trabalhadores de origem chinesa. Um deles faleceu no local, e o outro não resistiu aos ferimentos após ser hospitalizado. As diretrizes atuais permitem reuniões de até 50 pessoas e o retorno ao trabalho, desde que haja abrigos antiaéreos próximos, mas as vítimas não buscaram refúgio a tempo.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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