iPhone 17 Pro no VAR do Brasileirão: Entenda como a Apple está revolucionando as decisões de impedimento semiautomático no futebol

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O iPhone 17 Pro assumiu um papel central na arbitragem do futebol brasileiro, tornando-se a câmera oficial do novo sistema de impedimento semiautomático. A inovação promete revolucionar as decisões em campo, utilizando dezenas de smartphones da Apple espalhados pelos estádios para garantir veredictos milimétricos e, finalmente, acabar com as longas e por vezes controversas esperas pela traçagem manual das linhas do VAR.

Como funciona a tecnologia do novo VAR?

A tecnologia opera através de um mapeamento digital avançado, que acompanha jogadores e a bola em tempo real. Este sistema cria uma réplica tridimensional de cada lance, enviando um alerta automático aos árbitros de vídeo sempre que uma posição irregular é detectada. Com isso, a equipe de arbitragem precisa apenas validar a jogada com base na animação 3D gerada pelo software, agilizando significativamente o processo de revisão.

Por que o iPhone 17 Pro foi o escolhido?

A escolha do iPhone 17 Pro é resultado de uma parceria estratégica com a Genius Sports, empresa de tecnologia esportiva. Cada estádio é equipado com aproximadamente 28 aparelhos, estrategicamente posicionados sob a cobertura para capturar todos os ângulos do campo. O smartphone da Apple foi selecionado devido ao seu excepcional poder de processamento e à capacidade de gravação em 4K a 120 quadros por segundo. Essa alta taxa de quadros é crucial para a precisão exigida no mapeamento 3D. Para garantir o funcionamento contínuo em alta resolução e evitar o superaquecimento, cada suporte no teto dos estádios conta com pequenos ventiladores acoplados aos dispositivos.

Implementação acelerada nos estádios do Brasileirão 2026

O cronograma de instalações do novo sistema avançou rapidamente, com a expectativa de que todos os estádios do Brasileirão 2026 estejam equipados nos próximos meses. Além da Arena da Baixada, do Athletico Paranaense, a Neo Química Arena, em São Paulo, e o estádio Couto Pereira, em Curitiba, já receberam a tecnologia. Os próximos passos incluem a implementação no Mineirão e na Arena MRV, em Minas Gerais, embora ainda sem uma data exata. O pioneirismo coube ao Maracanã, no Rio de Janeiro, onde os recursos estão sendo testados desde o início do ano, preparando o terreno para a expansão nacional.

Fonte: canaltech.com.br

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