Highguard: Como o ‘Time de Vingadores’ da Indústria de Games Se Uniu Para Reinventar o Raid Shooter?

0
10

Highguard, o novo título da Wildlight Entertainment, promete ser uma das grandes febres do multiplayer já no início de 2026, com a ambiciosa meta de popularizar o gênero Raid Shooter. O Canaltech, em colaboração com Diego Corumba, teve a oportunidade de conversar com os desenvolvedores, que revelaram os bastidores da formação de uma equipe que muitos já chamam de os “Vingadores” da indústria de jogos.

A Iniciativa Vingadores da Wildlight: Um Time dos Sonhos

A equipe por trás de Highguard é composta por ex-membros de estúdios renomados como Activision, Blizzard, Respawn Entertainment, Riot Games e Bungie. Jason Torfin, chefe de produto e publicação da Wildlight Entertainment, explicou a visão por trás da montagem desse “time dos sonhos”. Segundo ele, grande parte do núcleo principal já havia trabalhado junto na Respawn, e a partir daí, a empresa buscou expandir, pensando em uma “Iniciativa Vingadores”.

“Este é o nosso ‘time dos sonhos’. Grande parte do nosso núcleo principal trabalhou junto na Respawn por vários anos. A partir daí, conforme a empresa começa a crescer, você passa a pensar na sua ‘Iniciativa Vingadores’ — como os heróis mais poderosos da Terra — e tenta garantir que reforçamos continuamente aquilo em que já somos bons, mas também trazemos novas vozes que possam nos desafiar e nos levar a patamares ainda maiores”, revelou Torfin.

Diversidade de Talentos Para um Jogo Inovador

A busca por talentos não se limitou a especialistas em FPS. A Wildlight Entertainment ampliou seus horizontes, recrutando profissionais de MOBA, jogos de luta e até mesmo indivíduos que não jogam shooters, mas são extremamente talentosos em suas respectivas disciplinas. Essa abordagem visou enriquecer a experiência e trazer perspectivas inovadoras para o desenvolvimento do jogo.

Mohammad Alavi, chefe de design de Highguard, reforçou essa filosofia, explicando que não procuravam por profissionais com as mesmas competências que eles, mas sim por colegas mais inteligentes. “Eu procuro por pessoas super talentosas que podem me ensinar algo e tudo que eu exigia deles é que não tivesse ego, sabe? Boas ideias vêm de todos os lugares e o jogo precisa falar por si próprio, não pela voz mais alta”, afirmou Alavi, destacando a importância do compartilhamento de conhecimento e da ausência de ego para o crescimento coletivo da equipe.

Highguard no Brasil: Preço e Conteúdo

Questionada sobre a precificação de Highguard no Brasil, a Wildlight Entertainment, por ser um estúdio independente, adota uma abordagem cautelosa. Jason Torfin explicou que, inicialmente, a monetização será focada em dólar americano. Itens cosméticos terão valores entre US$ 9 e US$ 12, o que deve se traduzir em R$ 45 a R$ 60 no mercado brasileiro, dependendo das taxas das lojas digitais.

“Nós estamos nos auto-publicando, então primeiro vamos focar na monetização em dólar americano. Conforme o tempo passar, quando nos estabelecermos melhor e crescermos um pouco, podemos revisitar esta política e tentar aplicar preços regionais. Nós compreendemos que cada região tem diferentes necessidades e custos, mas somos pequenos”, pontuou Torfin. O jogo será dividido em “Episódios”, com diversas adições gratuitas de mapas, bases, modos, Guardiões (Wardens), armas, montarias e outros itens, prometendo uma “primeira onda” de conteúdo em poucas semanas. Highguard já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC.

Fonte: canaltech.com.br

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here