Exclusivo de PlayStation 5, ‘Code Violet’ é Massacrado por Críticos e Jogadores, Tornando-se o Primeiro Grande Flop de 2026 e Envolvendo a TeamKill Media em Polêmica de Direitos Autorais

0
18

Exclusivo de PlayStation 5, ‘Code Violet’ é Massacrado por Críticos e Jogadores, Tornando-se o Primeiro Grande Flop de 2026 e Envolvendo a TeamKill Media em Polêmica de Direitos Autorais

Após o catastrófico lançamento de MindsEye em 2025, que marcou a menor média do Metacritic para um jogo de PlayStation 5 desde a estreia do console em 2020, o ano de 2026 já tem um forte candidato a ‘flop’: Code Violet. O título, um exclusivo de PlayStation 5 desenvolvido pela TeamKill Media e inspirado no aclamado survival horror Dino Crisis, chegou ao mercado envolto em controvérsias e com uma recepção extremamente negativa.

Críticas Devastadoras e Baixas Notas

Code Violet conquistou uma média de apenas 32/100 no Metacritic, com cerca de 10 análises da crítica especializada. A IGN atribuiu uma nota de 40/100, afirmando categoricamente que o jogo “sequer atinge o patamar de ser um clone bem-sucedido” de Dino Crisis. A PushSquare, que também concedeu 40/100, classificou Code Violet como uma “bagunça”, criticando seu combate e exploração “maçante”, além de problemas técnicos.

A análise da PushSquare ainda destacou a escolha de “trajes sensuais e a câmera apelativa” do jogo, que parecem destoar completamente do tom do roteiro e da proposta da personagem principal, levantando questionamentos sobre a direção artística e narrativa.

A Resposta Polêmica da TeamKill Media

Em meio à enxurrada de críticas negativas da mídia, a TeamKill Media optou por uma abordagem controversa. Em um comunicado publicado no X (antigo Twitter) na última sexta-feira (9), o estúdio declarou: “Nós fazemos jogos para os nossos fãs e jogadores que realmente gastam seu dinheiro suado em nossos jogos e nos apoiam, e não para os críticos”.

A desenvolvedora ainda reforçou sua posição, afirmando que “os fãs nos tornaram o número um e os fãs estão se divertindo com nossa jogabilidade ‘datada’ à moda antiga”, sugerindo uma desconexão com as expectativas contemporâneas da crítica e do público em geral.

Jogadores Também Rejeitam a Experiência

Curiosamente, a confiança da TeamKill Media nos seus fãs não se refletiu na recepção do público. Lançado um dia após o polêmico comunicado, Code Violet também foi amplamente rejeitado pelos jogadores. No Metacritic, o título amargou uma média de 2,4/10 na nota dos usuários, com um total de 164 análises.

A situação não melhora na PlayStation Store, onde Code Violet obteve uma média de 2,93 de 5 estrelas em mais de 2,8 mil análises, com 46% dessas avaliações sendo negativas, demonstrando um consenso entre críticos e jogadores sobre a baixa qualidade do jogo.

Tentativas de Censura e a Polêmica com Jay Viper

A controvérsia em torno de Code Violet se aprofundou quando o YouTuber Jay Viper revelou que a TeamKill Media teria aplicado uma reivindicação de direitos autorais em uma de suas lives. No vídeo, exclusivo para membros, o criador de conteúdo investigava o histórico da empresa e criticava Code Violet, descrevendo-o como ‘shovelware’ (um jogo de baixa qualidade, feito às pressas).

A desenvolvedora alegou que Jay Viper utilizou imagens de Code Violet sem permissão, uma prática comum e aceita há mais de 15 anos para conteúdos sobre videogames em plataformas como o YouTube. Jay Viper defendeu-se, afirmando ter utilizado apenas 40 segundos de cenas do jogo em uma transmissão que durou mais de duas horas. Felizmente, o YouTube reverteu os strikes aplicados ao canal, “informando à TeamKill Media que eles não possuem nenhum direito autoral sobre o vídeo!”, conforme relatado pelo YouTuber, encerrando mais um capítulo polêmico na breve história de Code Violet.

Fonte: canaltech.com.br

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here